

  Srie: Arquivo-x.

  Ttulo: The gift I.

  Categoria: Fic de aniversrio, fantasia, shipper.

  Resumo: Scully ajuda uma senhora, que resolve recompens-la de uma forma muito especial. Fic de aniversrio, trazendo um pouco de magia para o mundo de Scully.

  Disclaimer: Todos os direito so reservados ao CC e a Fox. Os outros personagens me pertencem, juntamente com minha idias, eu s quero v-los felizes!

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 Washington, duas quadras do Bureau Federal de Investigaes.
 
 "Oh, Deus! Hoje no  o meu dia... A reunio j deve estar comeando e eu ainda estou aqui, correndo feito uma louca. Parece que nada vai dar certo hoje..."
 Scully olhou para o sinal que parecia nunca abrir.
 Ela enfiou a mo no bolso de seu sobretudo, para pegar o celular.
 "Mais que droga! Com certeza eu esqueci o maldito celular no carro..."
 Scully comeou a repassar o seu dia.
 Seu bairro ficou sem luz no meio da noite, fazendo com que seu relgio digital ficasse louco. Ela acordou com uma ligao preocupada de Mulder, querendo saber se ela estava bem, j que ela sempre chegava primeiro no escritrio, e hoje haveria uma reunio com Skinner.
 Ela havia se vestido como uma possuda, e em menos de cinco minutos ela j estava no carro. Sua aparncia podia no ser das melhores, seu cabelo preso, pouca maquiagem... Para dizer a verdade ela se sentia horrvel.
 Um pequeno engarrafamento havia feito seu carro ferver h trs quadras do Bureau. Ela deixou o carro no acostamento e saiu dele como uma louca, sempre correndo.
 Agora ela estava de frente para um bendito sinal que no queria abrir de jeito nenhum.
 Scully batia o p nervosamente, sentindo uma vontade louca de comear e ruer as unhas. Ela olhou para o lado e de repente viu algo que lhe chamou a ateno.
 Um velha senhora segurava firmemente um bolsa de mo, enquanto um rapaz tentava puxar-lhe o objeto das mos.
 Scully correu em direo a senhora sem nem mesmo se lembrar do seu atraso.
 Ela agarrou o rapaz e jogou-o contra a parede.
 "Parado, FBI... Algum quer por favor chamar a polcia? Obrigada!" - Ela disse ao ver um senhor ir at a esquina. - "A senhora est bem?"
 Ela falou olhando para a velha senhora.
 "Sim , meu anjo! Acho que estou muito bem... S levei um pequeno susto..." - Ela falou respirando pesado.
 A polcia chegou alguns instantes depois. Scully explicou o ocorrido e foi em direo a senhora.
 "Venha, vou acompanh-la..."
 "No precisa, meu anjo! Essa pobre velhinha consegue chegar em casa..."
 Scully sorriu, mas resolveu acompanh-la mesmo assim.
 "Acho que no ficarei sossegada se no a levar para sua casa, ok?"
 "Eu no quero atras-la mais do que voc j est, meu anjo... No seria justo com voc."
 "No se preocupe comigo... J estou mesmo atrasada, ento?..."
 A senhora sorriu da gentileza de Scully e acenou com a cabea.
 As duas comearam na mesma direo que Scully tomaria para ir ao Bureau. Isso seria perfeito! Levaria a senhora at sua casa e depois iria para o trabalho, preparada para o sermo que levaria.
 "Voc est to pensativa, est com algum problema?"
 "No, s um pouco atrasada para uma reunio... Mas, no se preocupe... Eu dou um jeito nisso depois, ok?"
 A senhora concordou.
 "Minha casa  por aqui... Fica quase em frente ao seu trabalho, meu anjo..."
 Scully olhou para a senhora, intrigada.
 "Voc falou que era do FBI, ento..."
 "Oh! Eu havia esquecido... Desculpe-me! Eu devo estar meio aerea hoje..."
 "No se preocupe o seu dia vai ficar melhor... Bem melhor, meu anjo."
 Scully sorriu para simptica velhinha.
 "Pronto! Chegamos!  aqui que eu moro."
 Scully olhou para uma loja, cheia de objetos mstico e esotricos.
 "Eu nunca tinha reparado nesse loja...  nova?"
 "No... Estamos aqui h quase cinquenta anos. Meu falecido marido adorava esse lugar, ento... Eu no poderia viver longe daqui."
 A senhora virou-se para Scully e estendeu-lhe uma bonita pulseira, com pequenos coraes interligados.
 "Tome! Eu quero que voc fique com isso...  uma lembrancinha."
 "Desculpe-me, mas eu no posso aceitar. Seria errado."
 "Errado seria se voc no aceitasse. Eu nunca tive filhos, e sinceramente, se os tivesse... Gostaria que fossem como voc. Voc veio me ajudar, sem nem mesmo pensar no seu atraso, e no seu trabalho... A pulseira  o mnimo que eu posso fazer, meu anjo! Aceite, por favor?  o meu presente pelo seu aniversrio, o que acha?... Supondo que seja seu aniversrio." - Ela acrescentou com uma piscadela.
 Scully estava boquiaberta. Parecia que essa senhora sabia tudo sobre ela, e mesmo ela reinterando, dizendo que era uma suposio, ela havia falado com muita certeza.
 "As coisas no so sempre o que parecem, no ?  melhor voc ir... Seu trabalho." - Scully acenou concordando.
 "Sim...  melhor eu ir. Talvez, eu passe aqui mais tarde, ok? Para saber como a senhora est... Tudo bem?"
 A velha senhora riu.
 "V meu anjo! E tenha um bom trabalho, ok?!"
 Scully saiu da lojinha sorrindo. A pulseira em brao fazendo um pequeno e suave barulho... Pareciam sininhos. Ela sentiu-se relaxada e pronta para o que viesse, durante o dia.
 Ela entrou no prdio e subiu para o escritrio de skinner.
 "Bom dia, Kimberly! O AD Skinner est me esperando para uma reunio, e eu estou atrasada..."
 "No se preocupe, agente Scully. O AD est esperando-a... no se preocupe, ele est num bom dia." - Ela disse sorrindo.
 Scully mesmo assim respirou fundo antes de entrar.
 "Bom dia, agente Scully! Estavamos preocupados com voc... Mulder saiu a sua procura depois de tentar ligar para voc durante toda a manh... Sente-se!" - Ele falou gentil, sorrindo para ela. - "Ah! Antes que me esquea... Feliz aniversrio, agente! Isso  para voc." - Ele falou entregando-lhe um bonito pacote. - "Enquanto isso, eu vou fazer uma ligao para o Mulder, antes que ele rode toda a cidade, ok?"
 Scully estava um pouco emcabulada, ela estava atrasada, Mulder estava preocupado e at saiu para procur-la... mas, Skinner parecia to calmo e gentil, ele havia at comprado um presente...
 "Ela j est aqui, Mulder... Voc pergunta quando chegar, ok? Estamos s te esperando... Claro!"
 "Ele est aonde?" - Scully perguntou depois que ele desligou.
 "No estacionamento... Ele encontrou seu carro enquiado a trs quadras daqui. O que houve?"
 "Problemas com o carro... Meu dia no est indo muito bem..."
 Skinner olhou para ela sensibilizado.
 "No se preocupe, agente scully... Hoje  sexta-feira, eu tenho uma viagem para fazer e acho que vou deixar a reunio para a prxima semana... Ser uma viagem longa e eu tenho que me preparar. Esperemos por Mulder, ento eu o informo e os deixo ir... Vocs estaro dispensados at a segunda pela manh..."
 Nesse instante, Mulder entrou quase correndo na sala.
 "Scully! Voc quer me matar? O que houve com voc?"
 "Ela teve problemas com o carro, agente Mulder... Nossa reunio foi suspensa, terei uma viagem pessoal nesse fim de semana, ento a reunio fica para segunda, ok? Vocs esto dispensados..."
 Mulder olhou para Scully, no entendendo nada.
 Os dois sairam apressados.
 "Scully o que foi isso?"
 "Voc acha que eu estou entendendo? Desde que eu entrei ele estava nessa alegria..."
 Mulder riu.
 "Antes que eu saisse ele recebeu um telefonema... Talvez..."
 Scully sorriu, entendendo a dica.
 "Estamos dispensados at segunda... Vamos?!"
 "At segunda? O que houve com Skinman? E o que  isso em sua mo?"
 "O que houve com Skinner, eu no sei... Mas isso em minhas mos,  o presente que ele me deu..."
 "Presente?... Oh, Deus! Seu aniversrio...  hoje, no ?" - Ele disse fingido esquecimento.
 Sully riu sem jeito.
 "Desculpe-me! Seu presente est no meu apartamento... O que acha de irmos at l? J que fomos dispensados? Hum?!" - Ele falou arqueando maliciosamente a sobrancelha.  
 "Agora? Mulder, isso no seria muito..."
 "Sim, claro! Agora! Porque no? Assim eu vou poder ver como vai ficar o presente que eu vou te dar, o que acha?" - Ele falou passando a mo por trs das costas dela.
 Scully sorriu.
 "Eu achava que hoje ia ser um pssimo dia... Meu relgio ficou louco, meu carro ferveu... Eu corri como louca e at ajudei uma senhora que ia ser roubada... Ento, tudo mudou. A senhora morava ao lado do Bureau, a secretria do Skinner foi bem gentil e Skinner estava to gentil, to educado e calmo, que eu at fiquei com medo."
 Mulder achou graa.
 "Eu quase fiquei louco, quando no te vi de manh, e ne consegui te achar. Ento eu vi o carro e pedi para rebocarem ele... Quando eu estava passando uma velhinha me te procurando, ento... Ela falou que se era uma mocinha ruiva, ela j havia ido para o trabalho. Eu perguntei como ela sabia... A, ela me disse o que havia acontecido com ela... Dai, eu vim direto para c, e quando eu estava chegando no estacionamento, o reboque estava l e o Skinner me ligou."
 Scully estava olhando de maneira esquisita para ele.
 "O que foi, Scully?"
 "Podemos passar em um lugar antes de irmos para o seu apartamento?"
 "Claro!" 
 Mulder ficou olhando para ela, desconfiado.
 Eles pegaram o carro e foram pela rua ao lado do Bureau. Scully pediu para Mulder parar em frente a um lojinha de objetos esotricos.
 "O que  isso, Scully? Mudou de estilo?"
 Scully no respondeu, apenas saindo do carro e entrando. Mulder foi logo atrs dela.
 "Scully, o que est acontecendo? Porque estamos aqui?" - Ele perguntou, quando ela parou em frente ao balco, olhando para a jovem atendente.
 "Ol! Eu gostaria de falar com a dona da loja..."
 "Pois no! Sou eu mesma..."
 "Mas, eu vim aqui com uma velha senhora, e ela..."
 "Oh, Eu no sei de quem voc est falando. Eu j sou dona dessa loja h mais de cinco anos."
 Scully franziu o cenho e saiu da loja. Mulder logo atrs dela.
 "A velhinha que me disse onde voc estava..."
 "Mulder no me pergunte... Por favor, no pergunte..."
 Mulder sorriu com prazer.
 "Voc e um caso de..."
 "No termine a frase... Ou voc pode esquecer o presente..."
 Mulder abriu a boca, mas fechou-a de novo.
 "Dessa vez voc venceu, Scully..." - Ele disse triste. - "Mas, isso no faz com que eu esquea... No mesmo..."
 
 Os dois chegaram ao apartamento de Mulder, Scully permaneceu calada durante todo o caminho.
 "Scully, voc no abriu o presente de Skinner..."
 Ela se sentou no sof e comeou a abrir o pacote. Seu rosto ficando mais aberto, depois de olhar o contedo.
 "Mulder, veja isso..." - Ela falou, estendendo um casaco de cachemire, de um delicado tom de azul.
 "Eu quero ver o que voc vai falar ao er o meu..." - Ele falou indo para o quarto e voltando logo em seguida.
 Um caixa quase do tamanho da de Skinner na mo.
 Scully pegou a caixa e comeou a abri-la com pressa. Ela parou ao ver um pequeno embrulhinho em cima do papel de seda.
 "Dois em um, Mulder?"
 Ele apenas sorriu.
 Scully continuou abrindo e viu que dentro do pacotinho havia um frasco de perfumes e ela ficou muito contente ao ver que se tratava de um channel n5.
 "Excelente escolhi, agente Mulder..."
 "Abra o resto..." - Ele disse ainda em p, olhando-a.
 Scully continuou, retirando o papel de seda e descobrindo uma delicadssima camisola de seda preta. Scully prendeu a respirao, ao ver a delicada pea.
 "Mulder,  lindo!"
 Ele sorriu malicioso.
 "Seu presente ainda no acabou... Venha!" - Ele pegou-a pela mo.
 Scully sentiu faltar uma batida em seu corao, ao ver a maneira como ele arrumou o quarto.
 Velhas estavam acessas, a cama estava coberta com um lenl da mesma cor que a camisola dela, onde algumas ptalas de rosa encontravam-se espalhadas.
 Scully sorriu ao perceber como o quarto havia sido decorado... A noite seria longa, muito longa!
 Um sorriso quase infantil a invadiu, quando ele o pegou pelos ombros e puxou-o para um longe o profundo beijo.
 "Acho que voc no esqueceu nada, no ?" - Ela disse abraando-o com carinho.
 "Para dizer a verdade... s uma coisa..." - Ele se desvencilhou rapidamente de seu abrao, foi para cozinha, voltando em seguida. - "Champagne... O melhor para a melhor..."
 Scully suspirou feliz e ambos entraram no seu ninho de amor.
 A noite realmente prometia. E Scully tocou delicadamente a linda pulseira em seu pulso, e agradeceu mentalmente a velha senhora e sua ajuda.



xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx            CONTINUA       xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
 


  Eu sei que o aniversrio dela j passou, mas eu no poderia deixar de postar essa estria, que achei to fofa, a continuao  basicamente NC17, ento se voc no gosta desse tipo de leitura... Fique com esse final, que j  bastante gracinha, ok?

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